Serviços
O Hospital Vitória oferece serviços de média e alta complexidade, estruturados nas mais diversas especialidades.
Agendamento online
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- Exclusivo para agendamento de consultas eletivas ou pelo telefone (41) 3312 1818.
Especialidades Médicas
- Anestesiologia
- Angiologia
- Cardiologia
- Cirurgia Bariátrica
- Cirurgia Cardíaca
- Cirurgia Geral
- Cirurgia Oncológica
- Cirurgia Ortopédica e Traumatológica
- Cirurgia Pediátrica
- Cirurgia Plástica
- Cirurgia Urológica
- Cirurgia Vascular
- Clínica Médica
- Coloproctologia
- Ginecologia
- Medicina intensiva
- Nefrologia
- Neurocirurgia
- Neurologia
- Ortopedia e Traumatologia
- Pediatria
- Pneumologia
- Urologia
Serviço de Urgência e Emergência
Assistência médica 24h com integração de exames laboratoriais e de diagnóstico por imagem que garantem a precisão do diagnóstico e da conduta médica.
O Hospital Vitória dispõe durante as 24 horas de uma equipe médica e técnico-administrativa para prestar as melhores condições de atendimento de urgência e emergência atendendo os mais elevados padrões de qualidade nas especialidades:
- Clínica Médica
- Pediatria
- Ortopedia e Traumatologia
- Odontologia
Atendimento Eletivo
O serviço destaca-se por agregar ao cliente facilidades na realização de exames pertinentes, bem como no agendamento de retorno ou atendimentos sequenciais nas especialidades:
- Clínica Médica
- Cardiologia
- Endocrinologia
- Neurologia
- Pediatria
- Ortopedia
- Pneumologia
- Urologia
- Vascular
Serviços de Apoio Diagnóstico
Centro de Diagnóstico por Imagem que alia tecnologia, agilidade e humanização nos serviços prestados.
Exames Relizados
- Broncoscopia
- Colonoscopia
- Ecocardiograma
- Eletrocardiograma
- Endoscopia Digestiva Alta
- Endoscopia com Esclerose ou Ligadura Elástica
- Ecodopplercardiograma sob Estresse Farmacológico
- Ecodopplercardiograma sob Estresse em Esteira
- Ecodoppler Colorido
- Retossigmoidoscopia Flexível
- Retossigmoidoscopia Rígida
- Raio X
- Teste Ergométrico
- Tococardiografia
- Tomografia Computadorizada
- Ultrassonografia
Tratamento Intensivo

A Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Vitória é o setor responsável por prestar atendimento aos clientes que necessitam de cuidados intensivos, de média e alta complexidade. Os clientes são monitorados e acompanhados constantemente por uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e fonoaudiólogos.
O principal objetivo da unidade é oferecer suporte avançado com qualidade e dedicação, priorizando a humanização como prática diária e a integralidade do cliente, através da atenção diferenciada quanto às necessidades apresentadas frente ao internamento.
A Unidade de Terapia Intensiva conta com uma ampla estrutura sendo constituída por 10 leitos de internação. Em anexo há um jardim de inverno envidraçado, onde clientes e equipe contemplam lindas plantas e flores. A paisagem auxilia a recuperação, diminuindo, de forma bastante significativa, o nível de estresse da equipe e dos clientes.
SCIH - Serviço de Controle de Infecção Hospitalar
KPC- Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase, um alerta aos hospitais.
Casos de pacientes infectados com KPC - Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase, tem sido identificados em alguns hospitais brasileiros e tem preocupado as autoridades sanitárias. A falta de boas opções terapêuticas para tratamento destas infecções graves tem implicado em prejuízo na recuperação destes pacientes levando-os, em alguns casos, à morte.
A bactéria chamada Klebsiella pneumoniae já é bem conhecida e faz parte de um grupo chamado de enterobactérias, ou seja, bactérias que residem no intestino. A KPC é a sigla utilizada para denominar uma enzima produzida por essa bactéria (carbapenemase) e que inativa antibióticos da classe dos carbapenêmicos, usados em infecções graves em pacientes internados.
O aparecimento de resistência bacteriana aos antibióticos já é um fato conhecido e estudado na comunidade médico - científica e está intimamente relacionado com o uso abusivo destes medicamentos, tanto dentro do ambiente hospitalar quanto fora dele. As bactérias vão adquirindo mutações que conferem mecanismos de defesa contra a ação dos antibióticos na tentativa de garantir sua sobrevivência. Em conseqüência desse fato, gradativamente tornam-se cada vez mais escassas as opções terapêuticas para tratamento de infecções graves, principalmente em pacientes internados, prejudicando assim sua evolução.
Situações de maior risco para aquisição de infecção por microorganismos resistentes ocorrem com maior freqüência entre pacientes internados com doenças graves, por tempo prolongado, principalmente em ambiente de unidade de terapia intensiva e necessitando utilizar-se de muitos dispositivos invasivos, como ventilação mecânica, cateter venoso central e sondagem urinária.

A transmissão de agentes bacterianos resistentes no ambiente hospitalar pode ocorrer através do contato direto com pacientes infectados ou colonizados, assim como objetos ou superfícies contaminados, sem o cuidado da higienização das mãos antes e após o contato.
Para se evitar a disseminação destes agentes no ambiente hospitalar é necessário o cumprimento rigoroso da política de higienização das mãos com álcool 70% antes e após qualquer contato com o paciente, além da utilização de medidas de precaução (avental e luvas descartáveis) no cuidado daqueles já sabidamente infectados ou colonizados com microorganismos resistentes. Além disso, devem ser garantidos os procedimentos padrão de limpeza e desinfecção tanto do ambiente, quanto de artigos ou equipamentos utilizados em terapias de apoio.
Na ocorrência de uma infecção por KPC ou outro microorganismo resistente, o procedimento diagnóstico e terapêutico exige exames de cultura e antibiograma para identificação do agente causador e de possíveis opções terapêuticas a serem escolhidas. Há casos em que o paciente apresenta apenas colonização pelo agente multirresistente, ou seja, a bactéria está presente, porém sem causar nenhum dano. Neste caso o paciente deve ser mantido em precaução de contato, mas não há necessidade de tratamento antibiótico específico.
A melhor ação a ser tomada para controle da disseminação e aparecimento de novos microorganismos resistentes é a PREVENÇÃO. Isso inclui medidas básicas como:
- Higienizar as mãos com álcool 70% antes e após contato com qualquer paciente ou dispositivo conectado a ele;
- Garantir a utilização de aventais e luvas descartáveis ao contato com pacientes colonizados ou infectados com microorganismos resistentes;
- Garantir limpeza e desinfecção adequada do ambiente e equipamentos hospitalares;
- Cumprir política racional de utilização de antimicrobianos no ambiente hospitalar, procurando sempre a identificação etiológica de agentes infecciosos para o direcionamento correto de seu tratamento.